No mundo do Marketing Digital é sabido que, o novo hoje pode tornar-se defasado em um curto período de tempo, e devido a essa fugacidade de novidades, é necessário antenar-se regularmente a respeito de novas práticas e estratégias para não ficar para trás.

Apesar de muitas pessoas baterem no peito e afirmarem que no Brasil o ano só começa após o Carnaval, sabemos que para quem tem fome de resultados isso não é bem verdade. Por isso, é mais do que recomendado que você comece a estudar e desenvolver suas estratégias de Marketing Digital e vendas no período final de cada ciclo anual, para que assim você já adentre o novo ano chutando a porta e mostrando autoridade.

Porém, se você tem fome de resultados e não se preparou para o ano que já chegou, tenha calma. Nem tudo está perdido. Sabe por quê? Porque a Agita separou cuidadosamente algumas das maiores tendências que devem dominar o mundo do Marketing Digital em 2018 e que podem ajudar tanto os que já se preveniram no ano passado quanto os “atrasadinhos”. Confira abaixo!

1. Experiência Zero UI

É possível dizer que hoje vivemos na era do “mobile”. Foi-se o tempo em que para acessar a internet devíamos plugar um cabo ao nosso dispositivo e fazer conexão com uma rede.

Com o avanço da necessidade de consumir informação, o ser humano desenvolveu meios para que esse consumo pudesse se dar a todo tempo e em qualquer lugar.Assim, podemos também dizer que atualmente quase todo mundo possui um smartphone, mesmo que um modelo mais simples. E isso pode ser comprovado através de uma pesquisa da FGV, que implica que o Brasil terminou o ano de 2017 com números aproximados de um smartphone por habitante.

Mas e se na verdade nós já estivermos mais próximos da era do pós-mobile do que a do mobile em si? Parece meio absurdo, não? Mas veja bem. Desde que a Apple lançou a Siri, seu aplicativo de assistência pessoal, o mundo pôde notar grande funcionalidade nesse tipo de sistema, principalmente após seguidas atualizações que melhoraram sua performance, e logo grandes empresas como a Google, a Microsoft e mais recentemente a Amazon começaram a investir também nessa tecnologia. E é a partir daí que entra em cena a tendência da experiência Zero UI.

Se esse termo é novo para você, fica tranquilo(a) que a gente explica. UI é uma abreviação do termo User Interface, que do inglês, significa Interface do Usuário. Dentro do campo do Design, ele representa o espaço de interação do usuário para com a máquina. Já o Zero entra como um prefixo redutivo, e nesse caso, Zero UI nos transmite a ideia de que o nosso contato com uma interface será nulo. Mas como assim?

A interação que temos com as interfaces dos nossos dispositivos atualmente depende majoritariamente de toques na tela, sendo esses muitas vezes burocráticos, onde precisamos passar por algumas etapas para chegar onde desejamos. É claro que já houve grande avanço, e esses processos estão cada vez mais práticos e confortáveis, mas será que eles podem competir com comandos de voz, por exemplo?

Vem sendo especulado no mundo do Marketing que esse tipo de interação vai ser utilizado cada vez mais entre os usuários, visto a praticidade e comodidade que ele oferece, seja por estarmos com as mãos ocupadas ou por mera preguiça de alcançar o telefone e ter que ler informações para aplicar comandos.Com isso, os investimentos em AI (Inteligência Artificial) vêm crescendo, e a Microsoft já alega que seu sistema de reconhecimento de voz tem a mesma porcentagem de falhas de um ouvido humano.

Alguns especialistas deduzem que em breve um simples comando como “Quero café” poderá ser entendido pelos assistentes pessoais como uma ordem automática para encomendar um café da sua marca favorita. E em resposta, poderão ser incluídos até anúncios de forma discreta, como “Você gostaria de checar essa oferta da cafeteria?”.

Essa nova era pós-mobile ainda não chegou com tudo,porém, ela já está parcialmente inserida no nosso dia a dia e afeta diretamente suas estratégias de SEO. Segundo dados levantados pela Search Engine Land, 20% das pesquisas do aplicativo móvel do Google e em dispositivos Android são pesquisas por voz. Portanto, se você não quiser ficar pra trás, comece a dar atenção às buscas por comando de voz e às palavras-chaves por trás delas.

2. Chatbots

Você provavelmente já acessou algum site, ou mesmo páginas de empresas no Facebook e se deparou com algumas mensagens no canto da sua tela, geralmente oferecendo ajuda ou mostrando alguma oferta.

Essas mensagens são enviadas pelos chatbots, que são nada mais nada menos que softwares que recebem códigos para executar o que são programados para fazer, sendo nesse caso, propor uma conversação como se fosse uma pessoa real.

Os chatbots vêm se tornando uma grande sensação quando se trata de AI e Automação de Marketing. Isso porque eles facilitam muito a vida dos funcionários de empresas que trabalham diretamente ou paralelamente com atendimento,de forma que eles podem focar suas ações em situações que demandam maior urgência, além de poder exercitar sua parte criativa ao invés de “perder tempo” com ocorrências repetitivas.

A variedade dos chatbots tem aumentado, e hoje existem desde chatbots com programações simplificadas, que obedecem apenas a padrões de regras pré-estabelecidas, até os que possuem um alto grau de Inteligência Aritificial e conseguem desenvolver um impressionante nível de conversação.

Dentre as opções disponíveis, você deverá escolher a que melhor se adequa às suas necessidades. Assim, se o seu negócio precisa apenas de um robozinho que responda dúvidas de forma direta, você não tem necessidade de adquirir um bot que se adapte às possíveis variáveis de uma situação.

Para criar um clima de maior intimidade com o seu cliente, algumas empresas apostam em customizar seu chatbot como um personagem, sendo ele algum robozinho personalizado ou até em utilizar um mascote original. Esse é o caso por exemplo das Casas Bahia, que fazem uso do “Bahianinho” para relacionar-se com seus compradores e interessados.

Há diversos exemplos de grandes empresas que já fazem uso e provam a eficiência dos chatbots. Um deles é a Uber, que passou a realizar corridas através do aplicativo Messenger, do Facebook. Com isso, o usuário não precisa nem abrir o aplicativo da transportadora, basta apenas iniciar uma conversa com o robozinho na sua fanpage.

Outro gigante que recentemente anunciou seu investimento em tecnologia cognitiva foi o Banco do Brasil, que observou que em 2017, 70% dos assuntos tratados nas suas redes sociais foram resolvidos por chatbots.

Como você pode ver, se até as maiores companhias se renderam à praticidade oferecida pelos robozinhos, talvez seja hora de você também procurar esse serviço de automação e facilitar sua vida, não é mesmo?

3. Marketing de Conteúdo

Sim, ele continua em alta! O Marketing de Conteúdo ainda é sem dúvidas, uma das ferramentas mais fortes do Marketing Digital. Porém, ele vem com novas instruções.

A criação de conteúdo original e informativo deve ser incentivada. No entanto, existe a ressalva de que se deve maneirar na quantidade de publicações.

Muitas vezes, vê-se a necessidade de criar numerosos artigos para que se cumpra uma meta profissional, ou ainda para fomentar o seu blog. Mas o negócio é que não adianta nada saturar ainda mais as páginas de resultados dos buscadores com conteúdo repetitivo e de baixa qualidade. Por isso, a dica aqui é: crie menos com mais!

Coloque um pouco mais de capricho e produza conteúdos de alto valor educativo. Assim, seus leitores se sentirão recompensados e com certeza se lembrarão da página que lhes forneceu conhecimento valioso, ao invés de um artigo para “encher linguiça”.

Outro ponto essencial é focar no seu público-alvo, ou mais precisamente, na sua persona. Saiba para quem você está escrevendo! Não adianta querer abraçar o mundo com as mãos e criar um conteúdo genérico demais, pois assim você vai captar leads que provavelmente não se converterão em nada. Tenha em mente que um público segmentado é muito mais vantajoso para o seu negócio.

4. Vídeos, vídeos e mais vídeos

Eles estão quentes como nunca! Webinars, vídeo posts, stories, snaps… Já são várias as plataformas de publicação de conteúdo gravado e essa maré só tende a crescer. Mas por quê os vídeos vêm tendo tanto sucesso?

Bom, primeiro é possível afirmar com segurança que o vídeo gera um poder de conexão muito maior do que textos. As pessoas se identificam muito mais com uma produção audiovisual porque elas podem ver que há uma pessoa de verdade lhe transmitindo conteúdo. O clima de aprendizado se torna mais fluido e íntimo, e se a pessoa por trás da câmera conseguir mostrar um lado carismático, é xeque-mate.

Além disso, a ideia de escolher que tipo de conteúdo consumir e quando consumir é algo que já caiu nas graças do público e parece não haver mais volta.

Apesar de não ser novidade que o tempo gasto realizando alguma atividade online já seja superior a quantidade de horas em frente à TV, os números de vídeos consumidos dentro do mundo digital são tão impressionantes que fizeram um dos maiores nomes de serviços de vídeos online, Reed Hastings, presidente executivo da Netflix, afirmar de forma ousada que em dez ou 20 anos, 90% do que as pessoas vão assistir estará online.

Ainda nesse meio, podemos citar também as propostas de transmissões ao vivo, que são outra subvertente que está com tudo, e com certeza é uma grande tendência para 2018. Isso porque a interatividade com quem está do outro lado é muito maior, de forma que o espectador pode levantar questionamentos, comentar, ou mesmo demonstrar alguma reação através de emojis em tempo real.

Portanto, se você ainda não havia pensado em produzir conteúdo em forma de vídeo, já tá passando da hora de começar. E mais uma grande vantagem desse meio, é que você não precisa de tanta estrutura. Um celular com uma câmera decente já é o suficiente para você dar início às suas produções. Com o tempo você pode fazer alguns upgrades, como investir em iluminação e equipamentos de som, mas não se preocupe muito com isso no princípio.

Conclusão

O Marketing Digital é uma área fantástica, não é mesmo? Nesse mundo não há espaço pra mesmice, e por isso todo dia chegam novidades que fazem balançar as estruturas do mercado de vendas e tecnologia.

Desse modo, reforçamos a ideia de que você se mantenha sempre ligado(a) no que é novo, lendo e assistindo conteúdos,porque que como dissemos anteriormente, o prazo de validade do “inédito e inovador” pode ser muito curto.

E se você foi um dos “atrasadinhos”, lembre-se sempre de rever seus conceitos e elaborar suas estratégias no fim de cada ano! Isso vai permitir você começar o ciclo seguinte muito mais tranquilo(a).

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